Revoltados pela demora no atendimento, pacientes atacam hospitais

A greve dos vigilantes, somada à demora no atendimento, resultou em uma confusão generalizada no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), na manhã desta quinta-feira (20/4). De acordo com a Polícia Militar, os pacientes começaram a discutir e a depredar o patrimônio da unidade. O portão de entrada chegou a ser derrubado. A situação só se normalizou após a chegada da PM. A paralisação dos vigilantes teve início nesta terça (18).

Na Unidade de Pronto Atendimento (Upa) do Recanto das Emas também houve registro de depredação.

Uma mulher que estava revoltada com a falta de atendimento quebrou um computador e jogou um extintor de incêndio no chão. Os militares foram acionados.

Outra equipe da PM também foi escalada para ficar de prontidão na porta do posto de saúde da Estrutural. A previsão é que os policiais fiquem no local até as 11h. A corporação informou, por meio de nota, que vai seguir reforçando o policiamento nos hospitais de acordo com as necessidades.

Policiais militares no posto de saúde da Estrutural

 

Greve dos vigilantes
De acordo com o Sindicato dos Médicos, a restrição no atendimento ocorre nos hospitais, em Unidades de Pronto Atendimento (Upas) e centros de Saúde.

De acordo com Gilmar Rodrigues, diretor do Sindicato dos Vigilantes do DF, 18 mil trabalhadores paralisaram as atividades. A categoria pede aumento de 6,48%, reajuste no vale-alimentação e o fim das contratações de trabalhadores por hora.

A Secretaria de Saúde informou que o pagamento das empresas de vigilância que prestam serviço ao órgão está em dia. A pasta esclareceu que cada unidade está readequando, conforme sua demanda, o atendimento aos pacientes que procuram as unidade da rede pública. Para isso, solicitou apoio à Polícia Militar.

Fonte: Metrópoles

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