Pesquisa indica que poluição pode danificar cérebro e contribuir para Alzheimer

É sabido que ambientes poluídos provocam dificuldades respiratórias, problemas cardíacos e até morte prematura. Agora, um novo estudo traz mais um motivo de alerta: partículas de compostos de ferro oriundas da poluição do trânsito podem chegar ao cérebro.

Amostras do cérebro de corpos de pessoas que viveram e morreram na Cidade do México – foram analisados em um laboratório da Universidade de Lancaster, na Inglaterra. Onde foram encontradas nanopartículas de um óxido de ferro chamado magnetita nos tecidos cerebrais.

Magnetita pode ocorrer naturalmente no cérebro em pequenas quantidades, mas as partículas formadas ali têm um formato irregular distinto, arredondado e regular, que somente poderiam ser criadas nas altas temperaturas de um motor de veículos ou sistema de freios.

Essas partículas são inaladas  e as que não são filtradas no nariz caem na corrente sanguínea. As pequenas podem se conectar aos nervos e ir para o cérebro e nele quebrar conexões cerebrais, como acontece no Alzheimer.

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