MPF processa Agaciel Maia por improbidade administrativa

 

O deputado era diretor do Senado Brasileiro quando 4 mil servidores receberam R$ 6,2 milhões em horas extras, mas afirma que não tinha responsabilidade sobre liberação de valores.

O deputado afirma que não tinha responsabilidade sobre liberação de valores
Deputado Distrital pelo PTN, Agaciel Maia

O Ministério Público Federal (MPF) propôs nesta segunda-feira (22) uma ação por improbidade administrativa contra o deputado distrital Agaciel Maia (PTC). Ele é acusado de autorizar o pagamento de R$ 6,2 milhões em horas extras irregulares em janeiro de 2009, quando era presidente do Senado. O caso será julgado pela 9ª Vara Federal do Distrito Federal…

 

Segundo Agaciel, as folhas de ponto dos servidores eram enviadas à direção pelos gabinetes de senadores e pelos diretores das outras áreas. “O senador é quem manda pagar a hora extra, dizendo se o funcionário trabalhou ou não. Na época, muitos foram a plenário defender as horas extras. Tem que perguntar é para os senadores”, declarou o ex-diretor.

 

A ação do MP aponta vários “indícios de irregularidades” na remuneração extra. Os pagamentos se referem a janeiro, quando a Casa estava em recesso parlamentar. Segundo o documento, nessa época do ano “[…] não ocorrem sessões no plenário e nem audiências nas comissões da Casa. Neste período, apenas atividades de apoio e de gestão são mantidas no Legislativo”, diz o texto.

 

A ação resulta de um inquérito civil e é assinada pelos procuradores da República Douglas Kirchner, Hélio Ferreira Júnior e Ana Carolina Alves Roman.

 

 

 

 

 

Com informações do G1

 

 

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