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Samu vai operar com sete novas bases

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do Distrito Federal ganhará sete bases descentralizadas, e uma das existentes, no Setor QNG, em Taguatinga, terá nova estrutura. Com essas oito unidades, o serviço estará presente em mais pontos estratégicos.

Para a construção das novas bases serão investidos R$ 2,736 milhões. Cada unidade, que segue o padrão estabelecido pelo Ministério da Saúde, sairá por R$ 342 mil e segue o padrão estabelecido pelo Ministério da Saúde.

Descentralização

“Com a instalação dessas bases, queremos fazer a descentralização do Samu e capilarizar ainda mais o serviço; assim, poderemos melhorar nosso tempo de resposta e garantir assistência ao cidadão”, destaca o diretor do Samu, Alexandre Garcia.

As bases são os locais onde as equipes do Samu ficam de prontidão para atender aos chamados da população. Os espaços de atendimento têm local de repouso para os servidores, banheiros, área administrativa e garagem para os veículos de socorro.

Das oito unidades, quatro já possuem contrato de empreitada de obra, firmado por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). Serão instaladas na QNJ, em Taguatinga; na Quadra 305, Conjunto 5, em Samambaia; na QNG, também em Taguatinga, e na Quadra 905 da Asa Norte. Esta última já está com as obras em andamento.

Funcionamento

 O Samu do DF possui sete núcleos de atendimento pré-hospitalar. A partir dessas unidades, ocorrem as ramificações do serviço nas regiões administrativas, com bases menores.

São 30 viaturas básicas e oito avançadas, sendo uma para atendimentos de saúde mental e outra para acolhimento aos recém-nascidos e prematuros, além de 20 motolâncias e um helicóptero – frota que cobre todo o DF, e que possibilitou, no último ano, resolver 76.245 ocorrências com o envio de viaturas. Mensalmente, o órgão realiza uma média de 6 mil atendimentos.

Com informações da Secretaria de Saúde (SES)

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