Chama ‘eterna’ do Panteão da Pátria permanece apagada

Desde agosto de 2016, a chama “eterna” do Panteão da Pátria está apagada. Na época, o monumento foi interditado para manutenção após constatação de vazamento de gás e, até agora, segue dessa forma.

A Pira do Panteão da Pátria foi criada para representar a liberdade conquistada com a Independência do Brasil, em 1822, e a democracia, restabelecida após o fim da ditadura militar, em 1985. No entanto, durante as comemorações do feriado de 7 de setembro, o fogo continuava extinto. Segundo a Secretaria de Cultura (Secult), a previsão é de que a chama seja acesa até o fim deste mês.

Ainda de acordo com a pasta, o monumento está passando por um processo amplo de modernização, feito pela Basic Engenharia, empresa contratada pela Secult, por meio de processo licitatório. “A estrutura era muito antiga, estava defasada. Trocamos tudo por algo mais moderno, desde a tubulação até o tanque de gás. Todos os testes já foram feitos, estamos aguardando apenas um segundo aval do Corpo de Bombeiros para reacender a chama”, afirma a assessoria do órgão.

A secretaria destaca que já fez a troca do sistema de armazenamento e da tubulação para transporte do GLP (gás liquefeito de petróleo) – combustível que mantém a chama acesa – por modelos mais seguros e com maior capacidade, Além disso, modernizou o acendedor da chama e fez a limpeza completa do revestimento da base, com substituição das pedras quebradas.
A obra, orçada em R$ 149,7 mil, teve início no mês de março deste ano e contempla melhorias relacionadas à segurança e à revitalização estética do monumento.

Como se trata de um patrimônio histórico e cultural de Brasília, o projeto da reforma da Pira do Panteão da Pátria passou pela aprovação dos órgãos de preservação do patrimônio cultural na esfera distrital (Secretaria de Cultura) e federal (Iphan).

Essa é a primeira vez, desde a inauguração do Panteão da Pátria em 1986, que a Pira passa por um procedimento completo de reforma.

Fonte: JBr

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