Economista chama Rollemberg de demagogo

reprodução da internet
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Na cota com que cada um terá de entrar para conter a crise, a dos funcionários públicos será a maior. “No Brasil, há uma história de crucificar o servidor”, destaca Roberto Piscitelli, especialista em Economia pela Universidade de Brasília (UnB). Para o analista, as medidas anunciadas pelo governo do Distrito Federal seguiram a linha da equipe econômica de Dilma Rousseff, que, um dia antes, também destrinchou a relação de arrochos. Ele considerou algumas das medidas como “demagogas”. Principalmente a que propõe reduzir o número de secretarias. “O povo gosta de ouvir isso”, frisa.

Na avaliação do economista, no entanto, o aumento do ICMS sobre bebidas, tevês a cabo e cigarro foi acertado. Em alinhamento com o especialista, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF), Adelmir Santana, prevê que o comércio poderá sofrer impacto com as medidas do governo. “A massa de salário do servidor é extremamente representativa. Mas o Estado não pode ser punido com aumento de salário (de servidor), gerando despesas”, avalia.

 

 

Fonte: metrópoles

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