DILMA LISTA 10 RETROCESSOS DE TEMER NA EDUCAÇÃO

Ao lado do ex-ministro da Educação, Aloizio Mercadante, a presidente eleita Dilma Rousseff listou, em conversa realizada nesta terça (26) com internautas, via Facebook, os dez retrocessos promovidos em pouco mais de dois meses do governo interino de Michel Temer; “É impressionante que, em pouco mais de dois meses, o governo interino e golpista já tenha promovido tantos retrocessos. Não há precedentes na história do Brasil”, afirmou ela; para Dilma, a medida mais impactante é a PEC 241, que prevê um limite para os investimentos em Saúde e Educação pelos próximos 20 anos; Mercadante reforçou a crítica de Dilma: “Isso vai comprometer todo esforço de acesso, de permanência e de evolução na qualidade na educação brasileira. Por tudo isso, nós temos que lutar”

Em conversa realizada nesta terça-feira (26) com internautas, via Facebook, a presidente eleita, Dilma Rousseff, fez uma lista com dez retrocessos promovidos em pouco mais de dois meses do governo interino de Michel Temer.

“É impressionante que, em pouco mais de dois meses, o governo interino e golpista já tenha promovido tantos retrocessos. Não há precedentes na história do Brasil”, afirmou ela, ao lado do ex-ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

Para Dilma, a medida mais impactante é a PEC 241, que prevê um limite para os investimentos em Saúde e Educação pelos próximos 20 anos. Isso porque a medida vai desestruturar as políticas em curso nessas duas áreas e, desse modo, vai comprometer as futuras gerações de brasileiros.

“Um país que precisa da educação para garantir a perenidade do combate à pobreza e ao mesmo tempo a modernidade do desenvolvimento científico e tecnológico não pode fazer isso sem comprometer o futuro da atual e das novas gerações”, afirmou Dilma.

A lista de Dilma é composta pelos seguintes retrocessos impostos pelo governo interino:

1 – Acabou com o Pacto pela Alfabetização na Idade Certa;

2 – Acabou com o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec);

3 – Acabou com o Ciência Sem Fronteira na graduação;

4 – Acabou com o portal dos diplomas, cujo o objetivo é combater as fraudes;

5 – Acabou com o novo sistema de avaliação da educação básica que aprimorava o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB);

6 – Acabou com o novo sistema de avaliação da educação superior, que aprimorava os Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES);

7 – Revogou as nomeações da presidenta Dilma para o Conselho Nacional de Educação, que tinham sido precedidas por ampla a 39 entidades educacionais. As novas nomeações foram claramente retirando as nomeações de especialistas da educação pública para dar lugar a representantes da iniciativa privada;

8 – Anunciou a intenção de retirar a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem);

9 – Cortou, este ano, 90 mil bolsas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies); e,

10 – Ameaça alterar o modelo de partilha do pré-sal, substituindo pelo modelo de concessão e com isso reduzindo os recursos do Fundo Social (75% para educação), nosso passaporte para o futuro.

A lista representa, segundo Dilma, a concretização de um plano de privatizar a Educação universitária pública e gratuita no Brasil. “Não é uma ficção: é uma estratégia que permeia o conjunto das iniciativas do governo golpista”, disse.

“Em um período de um pouco mais de dois meses esse governo interino e golpista está patrocinando um dos maiores retrocessos documentados da história da educação brasileira”. Assim, o ex-ministro da Educação, Aloizio Mercadante, definiu a atuação do governo Michel Temer na educação.

Em mensagem divulgada no Facebook da presidente Dilma, ele voltou a criticar o fim dos programas: Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, Pronatec e Ciências Sem Fronteiras na Graduação. Mercadante também questionou a Proposta de Emenda à Constituição que estabelece o reajuste dos gastos em educação pela inflação.

“Eles acabaram com o programa Pacto pela Alfabetização na Idade Certa, onde nós assegurávamos bolsa de estudos para mais de 300 mil professores e professoras que alfabetizam nossas crianças para que eles tivessem formação continuada com apoio das universidades públicas. Um desafio imenso que nós ainda temos na alfabetização” diz Mercadante.

Segundo o ex-ministro “acabaram com o Pronatec, que assegurou no governo da presidenta Dilma mais de 9,4 milhões de matrículas para formação técnica profissionalizante. Nós tínhamos planejado e estávamos executando, no acordo com o sistema S, 2 milhões de novas matrículas este ano”.

Mercadante disse, ainda, que “estão acabando com o Ciência Sem Fronteiras na graduação. Um programa que permitiu a jovens que nunca teriam chance de estudar no exterior poderem acessar as melhores universidades do mundo e voltarem com uma formação mais instigante, mais competente, intercionalizando a perspectiva de produção do conhecimento e foram 73 mil bolsas”. Para o ex-ministro, “eles querem voltar aquele país em que só os filhos dos ricos podem estudar no exterior ou entrar em uma universidade pública”.

No final da mensagem, Mercadante também afirma que “eles querem acabar com o financiamento a educação, estabelecendo através da emenda constitucional 241, que o governo golpista já encaminhou ao Congresso Nacional, um teto de gastos que só será reajustado pela inflação. Isso vai comprometer todo esforço de acesso, de permanência e de evolução na qualidade na educação brasileira”. “Por tudo isso, nós temos que lutar”, conclui.

Em conversa realizada nesta terça-feira (26) com internautas, via Facebook, a presidenta eleita, Dilma Rousseff, fez uma lista com dez retrocessos promovidos em pouco mais de dois meses do governo golpista de Michel Temer.

“É impressionante que, em pouco mais de dois meses, o governo interino e golpista já tenha promovido tantos retrocessos. Não há precedentes na história do Brasil”, afirmou a presidenta, ao lado do ministro legítimo da Educação, Aloizio Mercadante.
Para Dilma, a medida mais impactante é a PEC 241, que prevê um limite para os investimentos em Saúde e Educação pelos próximos 20 anos. Isso porque a medida vai desestruturar as políticas em curso nessas duas áreas e, desse modo, vai comprometer as futuras gerações de brasileiros.

“Um país que precisa da educação para garantir a perenidade do combate à pobreza e ao mesmo tempo a modernidade do desenvolvimento científico e tecnológico não pode fazer isso sem comprometer o futuro da atual e das novas gerações”, afirmou Dilma.

A lista da presidenta eleita é composta pelos seguintes retrocessos impostos pelo governo interino:

Acabou com o Pacto pela Alfabetização na Idade Certa;
Acabou com o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec);
Acabou com o Ciência Sem Fronteira na graduação;
Acabou com o portal dos diplomas, cujo o objetivo é combater as fraudes;
Acabou com o novo sistema de avaliação da educação básica que aprimorava o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB);
Acabou com o novo sistema de avaliação da educação superior, que aprimorava os Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES);
Revogou as nomeações da presidenta Dilma para o Conselho Nacional de Educação, que tinham sido precedidas por ampla a 39 entidades educacionais. As novas nomeações foram claramente retirando as nomeações de especialistas da educação pública para dar lugar a representantes da iniciativa privada;
Anunciou a intenção de retirar a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem);
Cortou, este ano, 90 mil bolsas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies); e,
Ameaça alterar o modelo de partilha do pré-sal, substituindo pelo modelo de concessão e com isso reduzindo os recursos do Fundo Social (75% para educação), nosso passaporte para o futuro.

Postado originalmente por Brasil 247

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